
LITERATURA E ENSAIOS
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Toda a minha vida escrevi, desde os diários de um adolescente solitário ao diário actual de um eremita retirado no campo, perto de Lagos. Sendo nómada e anteriormente diplomata dos 22 aos 39 anos, vivi em muitos lugares e tudo isso influiu na escrita. Não gostando de computadores e de máquinas, tenho imensos textos manuscritos, na gaveta, esperando talvez a sua hora…
Escrevo prosa e poesia, e, tendo sido amigo de Sophia, beneficiei uma vez do seu conselho sobre um poema (“tire essa palavra, tire tudo o que é desnecessário; quanto mais simples melhor…”). Na verdade, os dois livros que publiquei são prosa poética, pois não posso escrever sem estar atento à cadência sonora, ao ritmo poético da frase, à dinâmica musical do encadeado das ideias. Foi ela que me iniciou a Rilke e aos poetas alemães, eu que era um rapaz ignorante, que ainda estava no simbolismo fin de siécle...

Naquilo que escrevo se espelham as minhas preocupações filosóficas e existenciais. Os temas comezinhos do quotidiano, os cigarros e os cafés, os transportes e as relações superficiais nunca me interessaram, antes os impérios e os empíreos… Sou assim, nada a fazer…
JM

Este é um livro diferente, para o leitor curioso, que quer ao mesmo tempo gozar um romance histórico, imbricado num romance cósmico (a que chamam fantasia) mas também aprender e evoluir, não ser a mesma pessoa que o começou a ler.
O livro é uma revolução. Uma revolução na tradição. Baseado em factos históricos extensamente pesquisados há muitos anos e numa espada física que pertenceu ao último rei absoluto de Portugal, o livro apresenta a possibilidade de que esta espada, forjada pelo Arcanjo Miguel, vem agora unificar a humanidade e talvez o universo.Para o leitor que o irá desafiar e alargar fronteiras mentais pois inclui muitos géneros ou registos.
Assim o autor aposta decididamente na qualidade intelectual do leitor português.
Acerca do livro - A Espada - publicado em 2018
MARCELO REBELO DE SOUSA
Presidente de Portugal - Escreveu no prefácio do livro:
"Inteligência invulgar, acompanhada por uma sensibilidade extrema. A junção e ambas solicitaram-no à abordagem de temas reais num quadro de extra realidade ou supra realidade. Numa linha idealista, que é rica nas nossas Letras e na nossa História, conjugada com uma visão da Nação, da Vida e do Devir Humano. João Teixeira da Motta está, todo ele, aqui - a começar no fantástico mais inesperado. "

Imagem, capa e contra-capa de João Tengarrinha
imagem do frontispício de Manolo Mantero
Escrito meses depois do João Teixeira da Motta deixar a Carreira Diplomática é um grito de liberdade.
Usando o território e o mapa como uma metáfora da realidade que está para além das aparências e dos mapas que a sociedade nos impõe, constitui um conto iniciático, uma parábola sobre o tempo e o espaço.
Situado na América pré-hispânica, revela-nos o choque de culturas e aponta para a sua superação. Também uma superação do tempo, que, sendo mostrado como um passado mítico e apontando para um futuro profético, nos coloca no eterno agora. Um livro poético sobre a não dualidade.
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